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Hospital Geral de Carapicuíba
Não pensei que seria preciso usar esse espaço para falar sobre esse assunto tão desagradável, mas como parece não ter outro jeito.

Minha irmã esteve internada no Hospital Geral de Carapicuíba e lá passou (ela e toda a família) por situações bastante desagradáveis. Além do péssimo atendimento, que já é do conhecimento de todos, tivemos algumas situações que me levaram a abrir reclamações no SAU (Serviço de Atendimento ao Usuário), as quais até hoje não recebi nem uma posição.

No dia 19/06/2015, estive visitando minha irmã e precisava falar com a médica que estava cuidando dela (Dra. Lilian). Essa mesma médica já tinha me deixado esperando 40 minutos a alguns dias atrás e não foi falar comigo.

Nesse dia, porém, precisava urgentemente de uma informação, fui falar com a tal Dra. Lilian, a qual estava sentada com o celular na mão teclando no WhatsApp, ela me disse que já iria falar comigo. Esperei meia hora e nada... Voltei a procura-la e ela me disse que já iria me atender para que eu esperasse no quarto onde minha irmã está. Se passaram mais 20 minutos e... nada...

Voltei novamente lá e ela havia saído para uma reunião. Esperei mais um pouco voltei a falar com ela (sempre de forma educada) dizendo que não poderia esperar muito, pois, precisava ir trabalhar, e mais uma vez ela disse que já iria me atender.

Após esperar mais um pouco sem ser atendido, resolvi ir embora, quando passei pelo balcão onde ficam os médicos e enfermeiras, a tal Dra. Lilian estava falando ao telefone, me dirigi a uma das enfermeiras e perguntei se esta podia me dá a informação que eu precisava. Enquanto ela (a enfermeira) falava comigo, a Dra. Lilian bateu o telefone violentamente e começou a gritar (muito alto) dizendo: "Meu nome é Dra Lilian. Eu já falei que eu ia te atender!!! Tem pacientes que estão quase morrendo, eu não posso deixar de atende-los para ir dar atenção a familiares".

Só algumas considerações:

- Os pacientes que estavam morrendo se chamam "WhatsApp"? Pois, era isso que ela estava fazendo quando a procurei a 1ª vez.

- Se ela tinha "algo mais importante" para fazer e não poderia me atender, por que não me disse logo na 1ª vez (e de forma educada)?

- Ao usar a frase "E olha, meu nome é Dra Lilian", ela demonstrou arrogância, como quem diz não ter medo de que eu abrisse alguma reclamação contra ela, talvez já sabendo que nem uma providencia seria tomada, como de fato não foi.

- Essa é a "Humanização e atendimento qualificado" prestados por este hospital?

- Se assim são tratados os familiares, será que essa Senhora possuí equilíbrio psicológico suficiente para cuidar dos pacientes?

Esse é apenas um dos fatos ocorridos, poderia citar aqui muitos outros fatos, como:

- O de o paciente acionar aquela campainha que fica "de enfeite" ao lado do leito e nem uma das enfermeiras vem, imagina se um paciente passa mal e precisa de auxilio.

- Pacientes privados de água e alimentação, porque o funcionário esqueceu.

- Enfermeiras (auxiliares, técnicas ou sei lá o nome que se dá) que por preguiça se recusam a atender os pacientes.

Aqui deixo manifestada minha revolta e insatisfação com esse "hospital" e O Jeito Camiliano desumano de atender.



Edmilson Aparecido

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Edmilson Aparecido é autor de vários livros, comunicador, compositor. 

Escreve artigos para vários, sites, blogs, jornais e revistas
 
Site Oficial: www.edmilsonaparecido.com
Contatos: contato@edmilsonaparecido.com




Sobre Edmilson Aparecido

Edmilson Aparecido é autor de diversos livros sobre vários assuntos: Religião, Auto Ajuda, Motivação. Escreve artigos para diversos sites, blogs, revistas e jornais. Como comunicador já apresentou diversos programas no Rádio. É compositor de várias músicas. Também é o criador da personagem Érika e Seus Amigos
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